Rebranding: quando e como atualizar a imagem da sua empresa sem perder identidade

Rebranding: quando e como atualizar a imagem da sua empresa sem perder identidade

O momento em que uma marca decide mudar a sua imagem é sempre especial. Há entusiasmo, claro, mas também algum receio. Afinal, o rebranding é mais do que trocar um logótipo.

Quando feito com propósito, pode transformar perceções e abrir portas a novas oportunidades.
É a oportunidade de contar a história da sua marca, quem realmente é, e aquilo que sonha alcançar.

Está pronto para dar este passo?
Ao longo deste artigo vai descobrir os tipos de intervenção possíveis e um plano em 6 etapas para conduzir a mudança com confiança e impacto.
 

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O que é Rebranding (e porque é importante)?

Na sua essência, o Rebranding é o processo de alinhar a imagem e a comunicação de uma marca com a sua identidade. 

Isto pode incluir (quando necessário) o nome, a identidade visual, o posicionamento e o tom de voz, tudo com o objetivo de refletir melhor a proposta de valor, o público-alvo e os objetivos de negócio atuais.

O processo é importante uma vez que permite:

Recuperar relevância perante um público que evoluiu;

Alinhar a marca com novos produtos, canais ou mercados;

Reforçar a percepção de profissionalismo e confiança;

Corrigir desalinhamentos entre o que a marca promete (branding) e o que entrega (produto/serviço).

Por outro lado, a resistência atraca custos elevados. Manter uma identidade obsoleta pode reduzir a intenção de compra, enfraquecer a notoriedade e abrir espaço à concorrência. Um Rebranding bem pensado minimiza os riscos e maximiza as oportunidades.


 

Sinais de que está na altura de mudar o branding

Antes de avançar com qualquer intervenção, deve tentar perceber se a sua marca está a mostrar sinais de desalinhamento. Lembre-se de que uma mudança feita sem diagnóstico prévio corre o risco de não atingir os resultados desejados.
 
 

A identidade visual já não reflete os valores da empresa

Se o logótipo, as cores e o tom de voz não traduzem mais a cultura ou os valores que a empresa defende; os clientes percebem imediatamente. A identidade deve ser um reflexo fiel da promessa da marca.

Um excelente exemplo é o rebranding da Starbucks. Longe de ser apenas uma atualização visual, a marca procurou refinar a experiência do cliente com o objetivo estratégico de reconquistar o calor humano e restaurar a essência da experiência tradicional.

O público-alvo mudou e a marca não acompanha

O seu posicionamento passou a direcionar-se a públicos diferentes (mais jovens, com novos hábitos digitais, noutros mercados geográficos)? A linguagem e os pontos de contacto têm de evoluir em consequência, caso contrário, a comunicação será ineficaz.
 
 

A concorrência está a reposicionar-se e a sua marca fica para trás

Quando concorrentes diretos modernizam a sua proposta e melhoram a experiência do cliente, podem rapidamente reduzir o seu espaço no mercado. Reposicionar-se a tempo é uma atitude proativa que evita a queda nas vendas.
 

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